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| Selecção de Março/Abril |
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Selecção de Março/Abril - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Zambujeiro 2007 |
1 x 45,00 EUR |
| Bioma 2010 |
2 x 15,95 EUR |
| Quinta de Saes Res. Estágio Prolongado Alfrocheiro 2008 |
2 x 19,50 EUR |
| Gouvyas Reserva branco 2007 |
1 x 17,10 EUR |
| Totais: |
133,00 EUR |
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| Zambujeiro 2007 |
Emil Stricker, suíço de nascimento, acabou por diversos acasos da vida depositário de fábricas no Vietname, Indonésia e Singapura, país para onde se mudou. Apaixonado pelo golfe quis um dia marcar umas férias na Grécia mas, por recomendação da agência de viagens, acabou no Algarve. Mais uma vez repetiu-se a história clássica da paixão pelo clima, pela simpatia dos portugueses, pela beleza natural, pelo sol e pela gastronomia, acabando por comprar casa no Algarve. Emil Stricker provou naturalmente vários vinhos portugueses acabando por os achar diferentes mas com alguns defeitos e imperfeições. Sem pensar duas vezes, num misto de sonho de criança e de lucidez, decidiu fazer ele um vinho português que se pudesse situar entre os grandes do mundo. Pela proximidade ao Algarve a escolha recaiu no Alentejo, acabando por se estabelecer no Zambujeiro, uma herdade de 21 hectares de vinha no concelho de Borba a que se somam mais 9 hectares já em Estremoz, juntando vinhas novas com pequenas parcelas de vinha com cepas de 30 anos.
Emil Stricker não poupou qualquer esforço para se dotar do melhor¿ e apenas do melhor. Decidiu seguir exactamente a mesma filosofia no vinho que sempre usou para as suas indústrias ¿ a procura de qualidade acima de tudo, sem olhar a custos. Nunca quis produzir muito, bater recordes de vendas ou entrar em volumes acrescidos. Quis e quer fazer o melhor vinho, sem entrar em facilitismos ou compromissos. Aproveita rendimentos baixíssimos, deitando mais de metade da produção para o chão quando faz as suas mondas. A mesa de escolha é rigorosa e só passam mesmo as melhores uvas. Ainda antes de terem oportunidade de chegar à mesa de escolha as uvas são refrigeradas e conservadas num imenso armazém frigorífico, onde permanecem durante horas de descanso até atingirem uma temperatura mais fresca. A soma de todos estes cuidados nota-se neste Zambujeiro 2007, um tinto impressionante na cor, dimensão, amplitude e vigor, sem nunca ser agressivo. Um grande vinho! |
Características
| Região: |
Alentejo |
| Castas: |
Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Aragonez |
| Estágio: |
24 meses em barricas novas de carvalho francês |
| Teor Alcoólico: |
15% |
| Enólogo: |
Alain Bramaz e Nuno Malta |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 1 x 45,00 EUR
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| Bioma 2010 |
A onda dos vinhos naturais começa a assaltar-nos a todo o instante, naquela que será actualmente a palavra mais na moda no mundo do vinho. Nunca se discutiu tanto sobre os vinhos naturais, sobre a intervenção minimalista, sobre as vantagens de não interceder nem interferir com a natureza como hoje. Da vinha à adega, da agricultura orgânica à biodinâmica, da ausência de enxofre à fuga aos sulfitos, a palavra natural parece ter entrado de vez no léxico comum do vinho. E é disso mesmo que estamos a tratar com este Bioma da Niepoort, um vinho de uvas biológicas, de vinhas em estado de graça com a natureza, mais uma novidade das muitas em que a Niepoort é fértil. Quem não conhecer Dirk Niepoort poderia até querer ver aqui um mero sentido de oportunismo, de querer apanhar a onda dos vinhos naturais na fase ascendente, uma mera operação de marketing com um vinho que não passaria de mais um novo rótulo.
Engano puro! Como sempre, a única resposta possível aos cépticos fundamenta-se na prova, o acto capaz de dissipar quaisquer dúvidas eventuais. Sim, o Bioma é um vinho biológico, de uvas sustentadas segundo os registos da agricultura orgânica, nascido de algumas das parcelas mais distintivas da Quinta de Nápoles, de vinhas relativamente jovens com uma idade média de trinta anos. Sim, o Bioma é fermentado apenas com leveduras naturais, respeitando o que a natureza dá em cada ano. Mas muito mais que um simples carimbo biológico, o Bioma é um grande vinho do Douro¿ que por vezes nem parece do Douro tal a finura, elegância, delicadeza e frescura que anuncia. Aqui não estamos no reino dos vinhos musculados e feitos para impressionar, repletos de fruta e com algum açúcar para suavizar o final, mas sim perante um vinho preciso e rigoroso, tenso e vivo, subtil e viçoso, com muito para crescer durante os próximos anos. Sem artifícios nem aditivos, será um dos vinhos mais sinceros e genuínos do Douro, deixando de lado a maquilhagem e o fogo-de-artifício. Para beber ou guardar. |
Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Tinta Amarela, Touriga Franca, Tinta Roriz, Sousão, Touriga Nacional |
| Estágio: |
12 meses em tonéis de madeira de 2000l e 5000l |
| Teor Alcoólico: |
13,5% |
| Produção: |
9114 garrafas |
| Enólogo: |
Dirk Niepoort e Luis Seabra |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 2 x 15,95 EUR
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| Quinta de Saes Res. Estágio Prolongado Alfrocheiro 2008 |
O mundo seria diferente sem Álvaro de Castro e os vinhos portugueses seriam muito mais monótonos, previsíveis... e o Dão seria substancialmente mais melancólico, mais tristonho e, quem sabe, talvez mais seguro. Álvaro de Castro faz parte daquele grupo de pessoas que alimenta os sonhos, que devolve o sorriso da infância... e que parece nunca ter abandonado essa infância. Tudo é imponderável com Álvaro de Castro, tudo é inesperado, e tudo, ou quase tudo, pode acontecer. Com Álvaro de Castro e os seus vinhos apenas nos podemos habituar a esperar o imprevisível. Álvaro de Castro é um provocador por natureza, um homem de convicções fortes e vontade férrea, aqui e ali mascaradas por uma grande dose de humor. Mas a provocação está sempre presente, nas formas mais inesperadas, nos desafios mais fortuitos. Até mesmo neste Quinta de Saes Reserva Estágio Prolongado Alfrocheiro, um vinho de nome interminável que junta vários qualificativos num só rótulo, num caos controlado muito à imagem de Álvaro de Castro.
Porém, debaixo de uma capa de aparente improvisação e desorganização, esconde-se um homem determinado e coerente, que não pára de nos surpreender com grandes vinhos. Este é mais um deles, mais um dos Saes e Pellada destinados a ficar na história, um Alfrocheiro estreme numa época onde a casta deixou de ser vista a solo, numa época onde a casta acabou por ter de ceder protagonismo perdendo-se no meio dos muitos lotes da região. Mas Álvaro de Castro encontrou-lhe muitas virtudes nesta colheita de 2008, tantas que decidiu engarrafá-lo sozinho, garantindo-lhe de passagem um estágio longo e sem pressas, sem a urgência de ter de lançar um vinho cedo de mais para as prateleiras, sem a necessidade de se submeter às leis do mercado. Ainda bem porque graças a essa calma temos agora o privilégio de poder descobrir um tinto impressionante na beleza elegância e suavidade, delicadamente frutado, supinamente fresco e intenso, com um final de boca arrasador na frescura e complexidade. |
Características
| Região: |
Dão |
| Castas: |
Alfrocheiro |
| Teor Alcoólico: |
14% |
| Enólogo: |
Álvaro Castro e Maria Castro |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 2 x 19,50 EUR
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| Gouvyas Reserva branco 2007 |
É cada vez mais consensual entre os enófilos e críticos nacionais que os vinhos brancos portugueses começam hoje a dar cartas, deixando de se apresentar como os parentes pobres para se afirmar de vez como alguns dos vinhos de maior alma e coração, carácter e convicção, com muito para dar. Na verdade podemos mesmo dizer que os brancos portugueses anunciam-se como a grande surpresa dos últimos dois anos, revolucionando e renovando a imagem do vinho português, libertando-a de algum dos estigmas do passado. Tal como nos vinhos tintos, também nos brancos o Douro vê-se a encabeçar esta revolução, assumindo um protagonismo que há poucos anos poucos lhe vaticinavam. Afinal no Douro também existem vinhas brancas velhas, existem castas bem interessantes e, acima de tudo, existem cotas mais altas que permitem encontrar uma frescura e mineralidade que poucos suspeitavam ser possível no inferno dos meses quentes do Douro.
Que há cada vez mais vinhos brancos interessantes na região é hoje uma evidência. O que nem sempre é verdade é existirem vinhos que envelhecem bem, desenhados com esse propósito, vinhos brancos feitos para poderem ser guardados durante um bom par de anos. Talvez por isso este Gouvyas Reserva branco 2007 seja uma raridade e ao mesmo tempo uma descoberta preciosa, demonstrando que os vinhos brancos do Douro aguentam não só viver durante longos anos como ganhar qualidades com o vagaroso passar do tempo. Esta edição da fresquíssima colheita de 2007, num branco lançado com cinco anos de idade, revela um toque estilístico que o coloca próximo dos brancos do sul do Rhône, mas com uma mineralidade e frescura que simultaneamente o separa desse modelo. Elegante e subtil na madeira, carregado de pêssego e pêra, fino mas poderoso, termina suave e aveludado, temperado por uma acidez viva que refresca o final de boca. Um branco muito interessante que não deverá perder sob qualquer pretexto. |
Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Viosinho, Códega do Larinho, Rabigato |
| Estágio: |
32 meses em barricas de carvalho francês |
| Teor Alcoólico: |
14% |
| Enólogo: |
Fátima Ribas |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 1 x 17,10 EUR
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Selecção de Março/Abril - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Zambujeiro 2007 |
1 x 45,00 EUR |
| Bioma 2010 |
2 x 15,95 EUR |
| Quinta de Saes Res. Estágio Prolongado Alfrocheiro 2008 |
2 x 19,50 EUR |
| Gouvyas Reserva branco 2007 |
1 x 17,10 EUR |
| Totais: |
133,00 EUR |
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