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| Selecção de Janeiro - 2005 - Esgotado
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| Fabelhaft 2002 |
Perante o estrondoso sucesso no mercado alemão e o significado que pode encerrar para o futuro do vinho português, não hesitamos em colocá-lo à frente de escolhas mais valiosas. De facto, nasce como resposta a uma questão que preocupa toda a Europa: como é que a Austrália conquistou o mercado britânico? Como explicar a ascensão dos correntes Jacob's Creek, Stowell's, Shanrock Station, face a franceses, italianos, espanhóis e... portugueses? Acreditando em razões de ordem cultural, como a proximidade linguística, Dirk Niepoort testou a sua tese num dos mercados/idiomas que melhor domina, quer pela ascendência holandesa quer por via da sua união com a austríaca Dorli Muhr.
Munido da sua visão e do génio criativo da equipa de design (austríaca) que lhe desenhara o rótulo de "O Mouro", aproveita a popular fábula de um amado poeta germânico do séc. XIX ("Hans Huckebein",de Wilhelm Busch) para dar vida a um bom vinho do Douro. Fácil, leve, muito fresco. O resultado não se fez esperar: mais de 30 mil garrafas vendidas nos primeiros dias, pedidos na casa das centenas de milhar e críticas... Fabulosas!
HANNOVER ALLGEMEINEN/ Rainer Wagner
"Pinga fabulosa. O novo tinto de Dirk Niepoort está a provocar grande alvoroço. O mais recente D.O.C. Douro, com preço de venda aconselhado de 10 €, desencadeou uma corrida às garrafeiras..."
TAZ/ Stephan Reinhardt
"...o charme do borgonhês e frutado "Fabelhaft", com a sua sedosa elegância e finesse, honra o seu nome."
VINUM
"...oferece fruta complexa, cereja madura, que acompanha madeira elegante, finas ervas e fartos taninos. O rótulo mostra a história do corvo Hans Huckebein, ao qual se deu um copo de vinho tinto para o tentar..."
VERKOSTUNGSNOTIZ
"A cereja madura é acompanhada de ervas mediterrâneas e carvalho decente. (...)Qualificou-se como o nosso acompanhante para o Natal. Escondemos algumas garrafas na nossa garrafeira particular..." |
Informação Complementar Hans Huckebein - o Corvo Azarado (Unglücksrabe) Tradução inglesa da fábula |
Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Touriga Franca, Tinto Cão e Tinta Barroca (20%), Tinta Roriz (15%) e outras castas tradicionais do Douro. |
| Estágio: |
Cerca de 10% estagiou 15 meses em barricas de carvalho francês. |
| Teor Alcoólico: |
13% vol. |
| Produção: |
Cerca de 60 mil garrafas. |
| Enólogo: |
Dirk Niepoort |
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O nosso Preço: 2
x 9,00 EUR
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| Qta. do RIBEIRINHO Pé Franco 1999 |
A exemplo do que sucedeu tempos atrás com a oferta de escassas magnuns (1,5 L) de Pé Franco 1997 a um preço nunca visto entre nós, esta é outra rara oportunidade de aceder a um clássico deste calibre por semelhante valor. Cerca de metade (para baixo) do que se vê por aí, nas prateleiras mais... contidas! Como, é claro que não vamos dizer. Importa é aproveitar uma ocasião que talvez não se repita, para mais tratando-se do melhor Pé Franco desde o lendário 95. O que, para coleccionadores mais atentos diz quase tudo...
Ainda fechado e austero, este 1999 apresenta-se actualmente uns furos acima das restantes colheitas. A ponto de nos parecer claramente, neste momento, o melhor de quantos saíram do minúsculo hectare de solo arenoso, onde em 1988 Luis Pato cultivou directamente no solo 4 mil pés de Baga (sem enxerto em bacelo americano). Excepção feita ao mencionado 1995 e até sair o 2003. Mas isso será outra conversa.
Para os menos atentos, eventualmente admirados com o facto de falarmos em preço de ocasião para vinho "tão" caro, convém lembrar que estamos perante uma referência internacional em matéria de pé franco (videira cultivada directamente no solo, sem enxerto) e o segundo vinho português de garagem no espaço de quase um século. O primeiro e único durante décadas foi o famoso Noval Nacional, dos anos 30 do século passado. Portugal teria de esperar mais de 60 anos até aparecer outro rótulo com uma filosofia de fabrico invulgar. Talvez a grande criação do revolucionário produtor bairradino, que se inspirou em dois vinhos: o Brut Vieilles Vignes da francesa Bollinger, proveniente de uma parcela de Pinot Noir não enxertado em bacelo americano, e o já mencionado Noval Nacional, também ele de cepas não enxertadas. Como não podia fazer Porto nem champanhe, Luís Pato pegou na casta da sua terra e plantou-a directamente num solo arenoso, onde o temível insecto da filoxera tem mais dificuldade em chegar.
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Características
| Região: |
Bairrada |
| Castas: |
Baga (100%) |
| Estágio: |
Maturação em pipo e duas barricas de carvalho Allier novo durante dez meses. |
| Produção: |
Cerca de Mil garrafas. |
| Enólogo: |
Luís Pato |
| Informação: |
Aconselhando o produtor uma guarda de 6 a 8 anos, estará nesta altura a entrar na idade ideal de consumo. |
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O nosso Preço: 1
x 79,00 EUR
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| Quinta de La Rosa Reserva 2002 |
Outro vinho de enófilo, mais um pequeno triunfo que nos enche de contentamento. Retomando o fio à meada em relação ao texto anterior, neste caso, uma proposta algo inflaccionada para o habitual nos Reservas da marca (19-20 €). Mas a exclusividade paga-se e este é daqueles que não foi nem será comercializado! Pelo simples facto de que em 2002 La Rosa optou por utilizar os melhores lotes, que dariam o Reserva, para compor o vinho de base. Este em particular, passou quase como brincadeira do enólogo da casa.
Expliquemos. Num ano difícil no Douro e tomada a decisão de sacrificar o Reserva para manter o nível do vinho de base, este lote em particular "salvou-se" por 2 motivos: primeiro, sendo as melhores barricas (5) entre as melhores, após 14 meses de estágio, eram também as mais marcadas pela madeira; segundo, eram apenas mil garrafas, uma gota irrelevante para quem produz 150 mil... O ideal para o enólogo testar a primeira Touriga Nacional (2 das 5 barricas) da Quinta, colocando o lote em causa de lado e "esquecendo-o" por uns tempos. Aliás, nem a proprietária Sophia Bergqvist conhecia a sua existência. E depois de conhecer, acreditem, dificilmente abrirá mão do que resta. É seguramente um dos Douro 2002 mais concentrados que provámos!
Resultado, aliás, que não corresponde à imagem de marca de Jorge Moreira (Poeira). Pelo contrário. Mais do que elegante, este é um vinho poderoso, expressivo, com um meio de boca muito rico, precisamente onde os pares de colheita mostram falhas. Acresce uma paleta de aromas mais rica. Para muitos pode até passar despercebida, mas a Touriga Nacional está lá (cerca 30%) e proporciona uma diversidade que não conhecíamos em La Rosa, habitualmente vinho com um fruto muito maduro mas algo linear. De resto, estamos em crer que beneficiará com mais um tempo de guarda, pois continua algo marcado pela madeira. Da nossa parte, como compreenderão, atendendo às condições de compra e uma vez obtida a anuência da proprietária, não havia que hesitar...
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Produtor
Quinta de La Rosa |
Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Touriga Nacional (30%) e mistura de vinhas velhas. |
| Estágio: |
14 meses em barricas de madeira 70% nova. |
| Teor Alcoólico: |
14,5% vol. |
| Produção: |
Cerca de mil garrafas. |
| Enólogo: |
Jorge Moreira |
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O nosso Preço: 2
x 23,50 EUR
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| DOIX 2002 Costers de Vinyes Velles |
É um dos vinhos do momento no país vizinho e na cena internacional. Como não podia deixar de ser após os 98+ de Robert Parker para o vinho de 2001. O que deixa água (!?) na boca para a classificação deste 2002. Colheita complicada em todo o Mediterrâneo, aqueles que foram os melhores Priorats em 2001 descem um pouco (L`Ermita e Mogador), mais contidos e menos explosivos (menos taninos e mais frescura), sendo este, em nossa opinião e provados todos os grandes rótulos da região, aquele que melhora sensivelmente a já excepcional classificação obtida no ano anterior.
Subida em que, de resto, apenas é acompanhado pelo Clos Erasmus, o que confirma ambos como as duas novas estrelas da região, ocupando ano após ano lugares cimeiros. Sendo a pequena "bodega" de Poboleda incomparavelmente mais acessível, está bom de ver porque recaiu sobre ela a nossa escolha. Mais tarde trataremos de "visitar" Daphne Glorian...
Para já, no que ao Mas Doix diz respeito, é uma história que se repete: filhos de viticultores resolvem retomar a actividade familiar, já não para vender as uvas à cooperativa lá do sítio mas para fazer o seu próprio vinho. Bom, no caso, a família Doix retoma 20 hectares de vinhas velhíssimas de Garnacha e Cariñena (média de 70 e cerca de 100 anos, respectivamente) e começa logo pelo topo: em 1999, a primeira tentativa de Ramón, "bodeguero" e artífice de Mas Doix, impressiona críticos como o americano Stephen Tanzer ou a britânica Jancis Robinson. Esta tenta de imediato saber mais sobre a adega por trás daquele Doix Costers de Vinyes Velles (55% garnacha, 40% cariñena, 5% merlot). Uma verdadeira "garagem" ao estilo Priorat, funcional, rigorosa e... minúscula (8 mil garrafas de Mas Doix e uma segunda marca lançada recentemente), que em 4 anos se converteu numa adega de ponta. Grande vinho, grande compra!
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Informação Complementar Vinhos do Ano 2004 / EL MUNDO |
Produtor
Mas Doix |
Características
| Região: |
Priorat (Espanha) |
| Castas: |
51% Garnacha (Grenache), 46% Carignan e 3% Merlot. |
| Estágio: |
12 meses em barricas de carvalho francês, 75% novas. |
| Teor Alcoólico: |
15% vol. |
| Produção: |
8 mil garrafas. |
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O nosso Preço: 1
x 55,00 EUR
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Selecção de Janeiro - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Fabelhaft 2002 |
2 x 9,00 EUR |
| Qta. do RIBEIRINHO Pé Franco 1999 |
1 x 79,00 EUR |
| Quinta de La Rosa Reserva 2002 |
2 x 23,50 EUR |
| DOIX 2002 Costers de Vinyes Velles |
1 x 55,00 EUR |
| Totais: |
199,00 EUR |
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